O que você pensou para o ano de 2012? Nada!? Está pensando que o mundo pode acabar com a passagem do planeta X ou com a Tsunami prevista para o Brasil e junta tudo isso com a profecia dos Maias?
Nesse caso,para que planejar não é mesmo?!
Toda vez que você planeja , tem vários sonhos ,projetos para o "ano novo" e muitas vezes não não consegue realiza-los?Ok!Parei de perguntas....mas não posso deixar de dizer uma coisa:Planejamentos são saudáveis e fazem parte.O que não pode acontecer é termos a total independência de nós mesmo.Isso mesmo!O homem precisa da ajuda de uma outra pessoa.Quem você já viu que cresceu na vida sozinha,sem ajuda de ninguém?Já viu algum cantor sem padrinho ou madrinha fazer sucesso?Um politico se auto elege?Existe alguém auto suficiente?
Muitos até tentam, mas chega um momento em que se cansam e desistem no meio do caminho.As suas vontades perderam o vigor.Param com tudo!
Ter planos e seguir adiante sozinho é uma coisa mas quando se coloca no centro da vontade de Deus as coisas fluem, os sonhos acontecem.Mesmo quando parece impossível ,Deus fala que para ELE é possível.
Ele dá força ao cansado, e aumenta as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os mancebos cairão, mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão.Isaías 40:29-31
Depositar seus sonhos nos sonhos de Deus ainda é a melhor opção.A bíblia diz que Jesus voltará como um ladrão, ou seja sem avisar.Portanto ninguém sabe o dia e a hora!
Escolha a vontade do PAI, que é boa perfeita e agradável.Rm 12:2 .Você precisa ser dependente de Deus!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
The term theater and their meanings
The term theater and their meanings
According to Encyclopedia Britannica, the word derives from Greek theater theaomai [4] (θεάομαι) - look carefully, understand, contemplate (1990, vol. 28:515). Theaomai do not mean in the usual sense, but having an intense, immersive, meditative, inquiring, in order to discover the deeper meaning, a careful and deliberate vision which interprets its object (Theological Dictionary of the New Testament vol.5: pg.315, 706)
The theater, more than being a public place where you can see, the place is condensed from the ambiguities and paradoxes, where things are taken in more than one sense. Campbell thus define (2005:1):
The Greek word Theatron (θέατρον) provides the physical location of the viewer, "where you go to see" and where, simultaneously, the drama happens seen as a complement, real and imaginary. Thus the stage is represented in other forms imagined by the audience. Every reflection that has the drama as an object needs to support a theater triad: the beholder, what you see, and imagined. The theater is a phenomenon that exists in this space and imaginary time in individual and collective formed in this space. "
Jaco Ginsburg (1980:5) in turn describes the expression as scenic formed by a "basic triad - active, text and audience," without which the theater would not exist. Acting is not only the actors, objects may be (as in the puppet theater) or other active or functions (animals or things), the text, on the other hand, is not only the written text or spoken on stage, because the Theatre is not a literary or art, as stated by Marco de Marinis (1982), the theater is a dramatic text. Greimas in his study of narratology uses the term actant to define one of the elements that develop the narrative (Greimas, Courtes y AJ, J. (1990). (Actants in: Semiotics. To reason Diccionario de la del lenguaje theory. Madrid: Gredos)
According to Encyclopedia Britannica, the word derives from Greek theater theaomai [4] (θεάομαι) - look carefully, understand, contemplate (1990, vol. 28:515). Theaomai do not mean in the usual sense, but having an intense, immersive, meditative, inquiring, in order to discover the deeper meaning, a careful and deliberate vision which interprets its object (Theological Dictionary of the New Testament vol.5: pg.315, 706)
The theater, more than being a public place where you can see, the place is condensed from the ambiguities and paradoxes, where things are taken in more than one sense. Campbell thus define (2005:1):
The Greek word Theatron (θέατρον) provides the physical location of the viewer, "where you go to see" and where, simultaneously, the drama happens seen as a complement, real and imaginary. Thus the stage is represented in other forms imagined by the audience. Every reflection that has the drama as an object needs to support a theater triad: the beholder, what you see, and imagined. The theater is a phenomenon that exists in this space and imaginary time in individual and collective formed in this space. "
Jaco Ginsburg (1980:5) in turn describes the expression as scenic formed by a "basic triad - active, text and audience," without which the theater would not exist. Acting is not only the actors, objects may be (as in the puppet theater) or other active or functions (animals or things), the text, on the other hand, is not only the written text or spoken on stage, because the Theatre is not a literary or art, as stated by Marco de Marinis (1982), the theater is a dramatic text. Greimas in his study of narratology uses the term actant to define one of the elements that develop the narrative (Greimas, Courtes y AJ, J. (1990). (Actants in: Semiotics. To reason Diccionario de la del lenguaje theory. Madrid: Gredos)
Significados do teatro-Origem
O termo teatro e seus significados
Segundo a Enciclopédia Britannica, a palavra teatro deriva do grego theaomai[4] (θεάομαι) - olhar com atenção, perceber, contemplar (1990, vol. 28:515). Theaomai não significa ver no sentido comum, mas sim ter uma experiência intensa, envolvente, meditativa, inquiridora, a fim de descobrir o significado mais profundo; uma cuidadosa e deliberada visão que interpreta seu objeto (Theological Dictionary of the New Testament vol.5:pg.315,706)
O teatro, mais do que ser um local público onde se vê, é o lugar condensado das ambiguidades e paradoxos, onde as coisas são tomadas em mais de um sentido. Camargo assim o define (2005:1):
O vocábulo grego Théatron (θέατρον) estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vai para ver" e onde, simultaneamente, acontece o drama como seu complemento visto, real e imaginário. Assim, o representado no palco é imaginado de outras formas pela plateia. Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço".
Jaco Guinsburg (1980:5) por sua vez, descreve a expressão cênica como formada por uma "tríade básica - atuante, texto e público", sem a qual o teatro não teria existência. Atuantes não são apenas os atores, podendo ser objetos (como no teatro de bonecos) ou outras formas ou funções atuantes (animais ou coisas); o texto, por outro lado, não é apenas o texto escrito ou o falado no palco, pois o teatro não é uma arte literária ou, como afirma Marco de Marinis (1982), no teatro há um texto espetacular. Greimas em seu estudo da narratologia usa o termo actante para definir um dos elementos que desenvolvem a narração (Greimas, A. J. y Courtes, J. (1990). (Actante em: Semiótica. Diccionario razonado de la teoría del lenguaje. Madrid: Gredos).
Segundo a Enciclopédia Britannica, a palavra teatro deriva do grego theaomai[4] (θεάομαι) - olhar com atenção, perceber, contemplar (1990, vol. 28:515). Theaomai não significa ver no sentido comum, mas sim ter uma experiência intensa, envolvente, meditativa, inquiridora, a fim de descobrir o significado mais profundo; uma cuidadosa e deliberada visão que interpreta seu objeto (Theological Dictionary of the New Testament vol.5:pg.315,706)
O teatro, mais do que ser um local público onde se vê, é o lugar condensado das ambiguidades e paradoxos, onde as coisas são tomadas em mais de um sentido. Camargo assim o define (2005:1):
O vocábulo grego Théatron (θέατρον) estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vai para ver" e onde, simultaneamente, acontece o drama como seu complemento visto, real e imaginário. Assim, o representado no palco é imaginado de outras formas pela plateia. Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço".
Jaco Guinsburg (1980:5) por sua vez, descreve a expressão cênica como formada por uma "tríade básica - atuante, texto e público", sem a qual o teatro não teria existência. Atuantes não são apenas os atores, podendo ser objetos (como no teatro de bonecos) ou outras formas ou funções atuantes (animais ou coisas); o texto, por outro lado, não é apenas o texto escrito ou o falado no palco, pois o teatro não é uma arte literária ou, como afirma Marco de Marinis (1982), no teatro há um texto espetacular. Greimas em seu estudo da narratologia usa o termo actante para definir um dos elementos que desenvolvem a narração (Greimas, A. J. y Courtes, J. (1990). (Actante em: Semiótica. Diccionario razonado de la teoría del lenguaje. Madrid: Gredos).
Significados do teatro-Origem
O termo teatro e seus significados
Segundo a Enciclopédia Britannica, a palavra teatro deriva do grego theaomai[4] (θεάομαι) - olhar com atenção, perceber, contemplar (1990, vol. 28:515). Theaomai não significa ver no sentido comum, mas sim ter uma experiência intensa, envolvente, meditativa, inquiridora, a fim de descobrir o significado mais profundo; uma cuidadosa e deliberada visão que interpreta seu objeto (Theological Dictionary of the New Testament vol.5:pg.315,706)
O teatro, mais do que ser um local público onde se vê, é o lugar condensado das ambiguidades e paradoxos, onde as coisas são tomadas em mais de um sentido. Camargo assim o define (2005:1):
O vocábulo grego Théatron (θέατρον) estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vai para ver" e onde, simultaneamente, acontece o drama como seu complemento visto, real e imaginário. Assim, o representado no palco é imaginado de outras formas pela plateia. Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço".
Jaco Guinsburg (1980:5) por sua vez, descreve a expressão cênica como formada por uma "tríade básica - atuante, texto e público", sem a qual o teatro não teria existência. Atuantes não são apenas os atores, podendo ser objetos (como no teatro de bonecos) ou outras formas ou funções atuantes (animais ou coisas); o texto, por outro lado, não é apenas o texto escrito ou o falado no palco, pois o teatro não é uma arte literária ou, como afirma Marco de Marinis (1982), no teatro há um texto espetacular. Greimas em seu estudo da narratologia usa o termo actante para definir um dos elementos que desenvolvem a narração (Greimas, A. J. y Courtes, J. (1990). (Actante em: Semiótica. Diccionario razonado de la teoría del lenguaje. Madrid: Gredos).
Segundo a Enciclopédia Britannica, a palavra teatro deriva do grego theaomai[4] (θεάομαι) - olhar com atenção, perceber, contemplar (1990, vol. 28:515). Theaomai não significa ver no sentido comum, mas sim ter uma experiência intensa, envolvente, meditativa, inquiridora, a fim de descobrir o significado mais profundo; uma cuidadosa e deliberada visão que interpreta seu objeto (Theological Dictionary of the New Testament vol.5:pg.315,706)
O teatro, mais do que ser um local público onde se vê, é o lugar condensado das ambiguidades e paradoxos, onde as coisas são tomadas em mais de um sentido. Camargo assim o define (2005:1):
O vocábulo grego Théatron (θέατρον) estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vai para ver" e onde, simultaneamente, acontece o drama como seu complemento visto, real e imaginário. Assim, o representado no palco é imaginado de outras formas pela plateia. Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço".
Jaco Guinsburg (1980:5) por sua vez, descreve a expressão cênica como formada por uma "tríade básica - atuante, texto e público", sem a qual o teatro não teria existência. Atuantes não são apenas os atores, podendo ser objetos (como no teatro de bonecos) ou outras formas ou funções atuantes (animais ou coisas); o texto, por outro lado, não é apenas o texto escrito ou o falado no palco, pois o teatro não é uma arte literária ou, como afirma Marco de Marinis (1982), no teatro há um texto espetacular. Greimas em seu estudo da narratologia usa o termo actante para definir um dos elementos que desenvolvem a narração (Greimas, A. J. y Courtes, J. (1990). (Actante em: Semiótica. Diccionario razonado de la teoría del lenguaje. Madrid: Gredos).
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O ritmo do nada!
São tantas as danças que a vida convida
Pra lá e pra cá o vento leva,os risos caem,Choros se perdem em palcos de memoria.
A dor se multiplica as vestes se rasgam...
cores ,aromas tudo se mistura,figurinos fascinam
O doce amargou,o que era gelo derreteu
Nas esquinas meninas dançam,poetas clamam
As ondas trasfiguram o interior do homem
continua vazio dançando o ritmo do nada...
Pra lá e pra cá o vento leva,os risos caem,Choros se perdem em palcos de memoria.
A dor se multiplica as vestes se rasgam...
cores ,aromas tudo se mistura,figurinos fascinam
O doce amargou,o que era gelo derreteu
Nas esquinas meninas dançam,poetas clamam
As ondas trasfiguram o interior do homem
continua vazio dançando o ritmo do nada...
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Você tem pena de que?
Você já teve ou tem pena de algúem?
Com certeza já!Mas qual tipo de pena?
Segundo dicionário pena pode ser: castigo · comiseração · condenação · dó · lição · lástima · penalidade · punição.
Como vês, são vários significados da palavra "pena".Ainda está faltando pena de galinha!
O ser humano tem uma grande capacidade de criação que consegue criar problemas onde não tem.Consegue ver pena onde não existe possibilidade alguma.Mentes brilhantes se escondem de pena.E penas encobrem corpos sãos.
Infindavelmente são os sentimentos,os preceitos e por vezes pré conceitos que leva ao homem a agir contrário a sua vontade.Digo que é interessante olhar antes se a tomada é 110w ou 220 W.Depois não adianta ter pena."Ah minha chapinha queimou",Ah ele tomou um chok",Ah tadinho,ele não merecia isso!Por mais dificil que pareça o seu problema,sempre há um pior.Help!Olhando bem não tenho nada!
Merecemos de acordo com nossas escolhas e é sempre bom consultar um manual antes ,ele foi feito pra isso.A biblia é um deles!E afirmo ser desimportante a pena que nada gera.Ou que gera lástima, dó e piedade!
Todo homem é passivel e possivel de pena.Mas todos também são capazes de amar!
Ter pena ou sentir pena é absolutamente normal!Faz parte!O que não cola é sentir se pena onde há solução.Para Deus há solução em tudo.“Por que se riu Sara, dizendo: Será verdade que darei ainda à luz, sendo velha? Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gênesis 18:13-14). Neste estudo, vamos considerar o poder de Deus em relação à nossa fé.
Por amor Deus fez e faz!Deus cura , Deus faz o impossivel!
Deste modo Ter amor não quer dizer ter pena."Amai o proximo como a ti mesmo e Deus sobre todas as coisas.(biblia)O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Coríntios 13:4-7
Suporte sua pena!Ame!
Com certeza já!Mas qual tipo de pena?
Segundo dicionário pena pode ser: castigo · comiseração · condenação · dó · lição · lástima · penalidade · punição.
Como vês, são vários significados da palavra "pena".Ainda está faltando pena de galinha!
O ser humano tem uma grande capacidade de criação que consegue criar problemas onde não tem.Consegue ver pena onde não existe possibilidade alguma.Mentes brilhantes se escondem de pena.E penas encobrem corpos sãos.
Infindavelmente são os sentimentos,os preceitos e por vezes pré conceitos que leva ao homem a agir contrário a sua vontade.Digo que é interessante olhar antes se a tomada é 110w ou 220 W.Depois não adianta ter pena."Ah minha chapinha queimou",Ah ele tomou um chok",Ah tadinho,ele não merecia isso!Por mais dificil que pareça o seu problema,sempre há um pior.Help!Olhando bem não tenho nada!
Merecemos de acordo com nossas escolhas e é sempre bom consultar um manual antes ,ele foi feito pra isso.A biblia é um deles!E afirmo ser desimportante a pena que nada gera.Ou que gera lástima, dó e piedade!
Todo homem é passivel e possivel de pena.Mas todos também são capazes de amar!
Ter pena ou sentir pena é absolutamente normal!Faz parte!O que não cola é sentir se pena onde há solução.Para Deus há solução em tudo.“Por que se riu Sara, dizendo: Será verdade que darei ainda à luz, sendo velha? Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gênesis 18:13-14). Neste estudo, vamos considerar o poder de Deus em relação à nossa fé.
Por amor Deus fez e faz!Deus cura , Deus faz o impossivel!
Deste modo Ter amor não quer dizer ter pena."Amai o proximo como a ti mesmo e Deus sobre todas as coisas.(biblia)O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Coríntios 13:4-7
Suporte sua pena!Ame!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Menina que dança!
Menina que dança,menina que baila,
tal menina de alva alma
es bailarina,es pequenina
dançar é tua sina
Com alegria o faz de bom grado
com muitos esforço e muito calos
"Danseur Noble" não ouso ser
Então contento me em ver
esta doce Siana ...
que a todos faz os sentimentos estremecer.
By Sidney Luiz
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Workshop de dança e teatro!!!
Workshop de Teatro e dança teatro.Dias 9 e 10 de setembro, das 18h as 22h.
Com declaração!
Descontos especiais para grupos.
As vagas são limitadas!
Reserve sua vaga pelo email atosciadancateatos@gmail.com
Informações 92453478-81111264 -92263678
Com declaração!
Descontos especiais para grupos.
As vagas são limitadas!
Reserve sua vaga pelo email atosciadancateatos@gmail.com
Informações 92453478-81111264 -92263678
domingo, 31 de julho de 2011
Como Deus te ama!
Deus nos amou o mundo de tal maneira para que todo aquele que nele crê ,não pereça mas tenha vida eterna!(João 3:16)
Jesus Culture - How He Loves Us (Legenda: Português)
Jesus Culture - How He Loves Us (Legenda: Português)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Deus me fez ,posso dançar!
Danço o que danço no balanço .
Faço o que faço num compasso.
Penso que penso que tenho senso...
Falo que não falo pois me calo.
Doi ,me destrói, a melodia me reconstrói...
Esqueço o que não sei ,fecho os olhos ao que me prende.
Olho para o que sei ,abro os olhos ao que me liberta
Deus me fez....por ele,pra ele DANÇO!
Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.’” (Sal. 150:3-4).
Faço o que faço num compasso.
Penso que penso que tenho senso...
Falo que não falo pois me calo.
Doi ,me destrói, a melodia me reconstrói...
Esqueço o que não sei ,fecho os olhos ao que me prende.
Olho para o que sei ,abro os olhos ao que me liberta
Deus me fez....por ele,pra ele DANÇO!
Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.’” (Sal. 150:3-4).
sexta-feira, 15 de julho de 2011
A ATOS Escola e cia Dança Teatro está com inscrições abertas
A Atos Cia retorna suas atividades com pacotes e descontos sensacionais para os seguintes cursos:
*Ballet Clássico,iniciante e intermediário(Infantil à adulto)
*Dança Contemporânea,iniciante(adolescente e adultos)
*Teatro iniciante, intermediário e avançado(crianças á adultos)
*Dança Teatro (adolescentes e adultos)
Para informaçoes e inscriçoes através do email:
atosciadancateatos@gmail.com as vagas são limitadas.
domingo, 10 de julho de 2011
Gosto não se discute mas se escolhe!
Nesta vida as vezes sentimos diversos gostos que nao sabemos das coisas sem gosto.
O Gosto impessoal e intranferível mas essencial!
Na politica o gosto é amargo-chega a dar ânsia!
Na ciência o gosto é azedo -necessário!
Na sociedade o gosto varia- essencial!
Na família o gosto é doce-as vezes enjoativo.
Na tecnologia o gosto é exótico-nem todos sentem.
Na vida o gosto se mistura ,quando vira uma meleca está na hora de mudar algum ingrediente.Quando nada vira está na hora de colocar ingrediente.Quando passa do ponto se retira.
Somos feito do doce gosto amargo coisas ....nao existe ingrediente que deixam as coisas sempre boas e agradáveis.Gosto é gosto!Não se discute mas se escolhe!
Deus quando derrama o ingrediente amor sobre as coisas o gosto sempre é bom, perfeito e agradável! A escolha é sua, o gosto também!
O Gosto impessoal e intranferível mas essencial!
Na politica o gosto é amargo-chega a dar ânsia!
Na ciência o gosto é azedo -necessário!
Na sociedade o gosto varia- essencial!
Na família o gosto é doce-as vezes enjoativo.
Na tecnologia o gosto é exótico-nem todos sentem.
Na vida o gosto se mistura ,quando vira uma meleca está na hora de mudar algum ingrediente.Quando nada vira está na hora de colocar ingrediente.Quando passa do ponto se retira.
Somos feito do doce gosto amargo coisas ....nao existe ingrediente que deixam as coisas sempre boas e agradáveis.Gosto é gosto!Não se discute mas se escolhe!
Deus quando derrama o ingrediente amor sobre as coisas o gosto sempre é bom, perfeito e agradável! A escolha é sua, o gosto também!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Vivendo assim dançando em mim...
Eu posso olhar pra mim
Eu posso me encontrar
Se eu posso me entender
Eu posso me falar...
Entre lá ou aqui ,eu preciso pensar
Entre o choro ou o riso,prefiro me calar.
Levando a vida em passos precisos ,danço...
Ao som do silencio da noite ...
Tocando o imperceptivel...
Nem sempre me alcanço...
Vivendo assim...
Dançando em mim...
Eu posso me encontrar
Se eu posso me entender
Eu posso me falar...
Entre lá ou aqui ,eu preciso pensar
Entre o choro ou o riso,prefiro me calar.
Levando a vida em passos precisos ,danço...
Ao som do silencio da noite ...
Tocando o imperceptivel...
Nem sempre me alcanço...
Vivendo assim...
Dançando em mim...
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Oração das bailarinas!
"Ballet nosso que estais no sangue, santificado seja vossa música.Venha a nós o nosso esforço.Assim nos ensaios como nas apresentações.A dança de cada dia nos dai hoje.Perdoai as faltas aos ensaios, assim como nós perdoamos nossos professores rígidos.Não nos deixe errar a coreografia e livrai-nos dos calos e das bolhas, Amém!"
terça-feira, 14 de junho de 2011
Há tempo!
Há tempo para tudo.
O tempo sempre nos surpreende.Perecebemos com ele,que nada é por acaso.
Perder uma pessoas querida, ficar desempregado,adoecer,reprovar na escola, ninguém quer.Mas acontece...João 16.33 – Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
Quando essas afliçoes vem queremos que desparecem num passe de magica..e por vezes nos perguntamos porque isso comigo Deus?Ao invés de perguntarmos para que isso Deus?
Você já encontrou com alguém que nunca viu antes e teve grande afinidade ?
Se sim, pode ter certeza que você não é o único na face da Terra.E nem o primeiro.Mas; mais um.
Não estou falando de reencontar a alma gêmea ou vidas passadas.Isso dá muito pano pra manga.Longe disso!
Isso não é via de regra só para pessoas.Quero dizer que podemos direcionar isso as coisas também.Como assim?
Quando você ganha alguma coisa,quando perde,quando acha,quando inventa.Nada disso é por acaso.Acredite ou não;tem um propósito.
Assim como quando conhecemos alguém não é em vão.Tudo tem seu tempo.
Deus nos coloca na vida das pessoas.E as coloca na nossa.No tempo dele.E Se for preciso ElE move o mundo para nos salvar.
Sei que também há tempo para toda dança!
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclisiates 3:1-8)
O tempo sempre nos surpreende.Perecebemos com ele,que nada é por acaso.
Perder uma pessoas querida, ficar desempregado,adoecer,reprovar na escola, ninguém quer.Mas acontece...João 16.33 – Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
Quando essas afliçoes vem queremos que desparecem num passe de magica..e por vezes nos perguntamos porque isso comigo Deus?Ao invés de perguntarmos para que isso Deus?
Você já encontrou com alguém que nunca viu antes e teve grande afinidade ?
Se sim, pode ter certeza que você não é o único na face da Terra.E nem o primeiro.Mas; mais um.
Não estou falando de reencontar a alma gêmea ou vidas passadas.Isso dá muito pano pra manga.Longe disso!
Isso não é via de regra só para pessoas.Quero dizer que podemos direcionar isso as coisas também.Como assim?
Quando você ganha alguma coisa,quando perde,quando acha,quando inventa.Nada disso é por acaso.Acredite ou não;tem um propósito.
Assim como quando conhecemos alguém não é em vão.Tudo tem seu tempo.
Deus nos coloca na vida das pessoas.E as coloca na nossa.No tempo dele.E Se for preciso ElE move o mundo para nos salvar.
Sei que também há tempo para toda dança!
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclisiates 3:1-8)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Precisamos
O mundo exige precisão.
Precisamos ser precisos.
Precisamos fazer
Precisamos falar
Precisamos calar
Precisamos crer
Precisamos dançar.
precisamos entender,poder,sentir,chorar,orar
Precisamente de todas as precisões,precisamos AMAR.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.(1 CO 13:2)
Precisamos ser precisos.
Precisamos fazer
Precisamos falar
Precisamos calar
Precisamos crer
Precisamos dançar.
precisamos entender,poder,sentir,chorar,orar
Precisamente de todas as precisões,precisamos AMAR.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.(1 CO 13:2)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
THE COMMEDIA DELL'ARTE
THE COMMEDIA DELL'ARTE
This article was originally published in A Short History of the Drama. Martha Fletcher Bellinger. New York: Henry Holt and Company, 1927. pp. 153-7.
THE title, Commedia dell'arte ("Comedy of Art" or "Comedy of the profession"), means unwritten or improvised drama, and implies rather to the manner of performance than to the subject matter of the play. This peculiar species had a long life in Italy, probably of about four hundred years (from the fourteenth to the eighteenth century); but it flourished especially in the sixteenth and seventeenth centuries. Of course in actual practice the play was not, in any sense, the result of the moment's inspiration. The subject was chosen, the characters conceived and named, their relations to one another determined, and the situations clearly outlined, all beforehand. The material was divided into acts and scenes, with a prologue. The situations were made clear, together with the turn of action and the outcome of each scene. When this general outline (called also scenario or canvas) was satisfactorily filled out there was left an opportunity for actors to heighten, vary, and embellish their parts as their genius might suggest. The necessity for smoothness, constant surprise, clearness, and wit called forth histrionic abilities which had been unknown to the medieval stage. "The actors had to find the proper words to make the tears flow or the laughter ring; they had to catch the sallies of their fellow-actors on the wing, and return them with prompt repartee. The dialogue must go like a merry game of ball or spirited sword-play, with ease and without a pause." [1] Such parts required actors able to make a serious study of their parts; actors who took pride in their achievements, and were willing to accept the discipline which all professional art demands. These comedians changed forever the standards of acting. The best of them stamped their parts with individuality, freshness and brilliance, and gave value to pieces which, often enough, were otherwise worthless. The Commedia dell'arte introduced the professional actor into Europe.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Livre pra dançar!
Danço;dou um passo pro alto;
até tocar o céus..
Danço com os anjos ,fico mais perto de Deus
Faço pirueta e salto,rasgo véus.
Giro nas nuvens...
Danço a musica que clama liberdade
se eu cair que caia nos braços do pai...
se eu chorar que seja de felicidade.
Nenhuma lágrima de dor...
Nem tristeza ,nem sofrimento
Voar em paz nas asas do senhor..
Dançar "embriagada" do mais perfeito amor.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Um pouco da história do teatro popular!
Conheça um pouco da História do teatro popular.
No final dos anos 1950, surge um público interessado em ver abordadas, no palco, questões políticas em contexto nacional. Para isso, os novos dramaturgos buscam na pobreza do interior e da periferia o protagonista ideal. Nasce assim uma tendência que seria predominante nos anos seguintes. Jorge Andrade, Gianfrancesco Guarnieri, Oduvaldo Vianna Filho, Paulo Pontes, Dias Gomes, Antônio Callado, Augusto Boal, Millôr Fernandes, fazem parte de uma geração que descobre nos problemas sociais a fonte de sua dramaturgia. No dizer de Paulo Pontes, o povo é "a única fonte de identidade nacional". Entende-se esse povo como aquele que é explorado, que leva uma vida à margem dos meios de produção e do saber. A idéia de que os fracos, unindo-se, derrotam os fortes, ganha muitas versões. Os heróis que morrem por uma causa coletiva - Lampião, Antônio Conselheiro, Padre Cícero, Zumbi, Tiradentes - merecem várias peças.
Nessa tendência podem-se identificar duas vertentes - uma de caráter regionalista e outra de caráter ideológico. Ariano Suassuna e João Cabral de Melo Neto podem ser incluídos no que Décio de Almeida Prado identifica como a Escola do Recife, que atravessa vários estilos e períodos históricos, desde Hermilo Borba Filho a Luiz Marinho. Nas peças de Suassuna, o povo é capaz de enfrentar o poder e até de vencê-lo. O nacionalismo é aqui uma conseqüência do regionalismo. Em 1947, dez anos antes do sucesso de Auto da Compadecida, Hermilo Borba Filho fornece um caudaloso argumento a esta vertente: "Todo o Nordeste é um drama de primeira grandeza [...]. É o povo sofrendo, é o povo sendo explorado, é o povo lutando. São dramas do povo, que a ele interessam, que ele compreende. [...] O teatro precisa conquistar a alma do povo".1
Em 1960, a fundação do Centro Popular de Cultura da UNE - CPC, marca o início de uma prática teatral voltada para a revolução social. Enquanto a vertente regionalista atribui ao teatro a tarefa de promover sua popularização, no sentido de ir para onde o povo está e falar sua língua, o teatro revolucionário praticado pelo CPC pretende ensinar ao povo um novo vocabulário, dando a ele uma visão política sobre sua vida. Se o teatro regionalista cultiva a religiosidade por fazer parte da cultura popular, o teatro revolucionário a bane por ser instrumento das classes dominantes para promover a resignação.
O golpe militar de 1964 interrompe a prática do CPC e seus dramaturgos migram para o Grupo Opinião. No final da década de 1960, o Teatro de Arena e Opinião serão os responsáveis pelas mais importantes peças e encenações na linha de um teatro brasileiro voltado para os problemas sociais.
Na segunda metade da década de 1970, considerando que a censura, o teatro de vanguarda e o teatro comercial promovem um "vazio cultural" na história brasileira, intelectuais e artistas se reúnem em prol de um teatro nacional-popular. O movimento retoma os princípios de uma dramaturgia crítica e realista, cujos melhores exemplos são Gota d'Água, de Paulo Pontes e Chico Buarque, 1975, e O Último Carro, de João das Neves, 1978.
Surgidos na década de 1990, os grupos Folias d'Arte, a Companhia do Latão e a Companhia de Arte e Malas-Artes são alguns representantes voltados a essa tendência, demonstrando que uma visão específica do "popular" ainda permanece em cena. Fruto dos tempos da censura e repressão, o teatro popular também tem seu lugar nos dias de hoje, recontextualizado para uma circunstância política globalizada e neoliberal.
No final dos anos 1950, surge um público interessado em ver abordadas, no palco, questões políticas em contexto nacional. Para isso, os novos dramaturgos buscam na pobreza do interior e da periferia o protagonista ideal. Nasce assim uma tendência que seria predominante nos anos seguintes. Jorge Andrade, Gianfrancesco Guarnieri, Oduvaldo Vianna Filho, Paulo Pontes, Dias Gomes, Antônio Callado, Augusto Boal, Millôr Fernandes, fazem parte de uma geração que descobre nos problemas sociais a fonte de sua dramaturgia. No dizer de Paulo Pontes, o povo é "a única fonte de identidade nacional". Entende-se esse povo como aquele que é explorado, que leva uma vida à margem dos meios de produção e do saber. A idéia de que os fracos, unindo-se, derrotam os fortes, ganha muitas versões. Os heróis que morrem por uma causa coletiva - Lampião, Antônio Conselheiro, Padre Cícero, Zumbi, Tiradentes - merecem várias peças.
Nessa tendência podem-se identificar duas vertentes - uma de caráter regionalista e outra de caráter ideológico. Ariano Suassuna e João Cabral de Melo Neto podem ser incluídos no que Décio de Almeida Prado identifica como a Escola do Recife, que atravessa vários estilos e períodos históricos, desde Hermilo Borba Filho a Luiz Marinho. Nas peças de Suassuna, o povo é capaz de enfrentar o poder e até de vencê-lo. O nacionalismo é aqui uma conseqüência do regionalismo. Em 1947, dez anos antes do sucesso de Auto da Compadecida, Hermilo Borba Filho fornece um caudaloso argumento a esta vertente: "Todo o Nordeste é um drama de primeira grandeza [...]. É o povo sofrendo, é o povo sendo explorado, é o povo lutando. São dramas do povo, que a ele interessam, que ele compreende. [...] O teatro precisa conquistar a alma do povo".1
Em 1960, a fundação do Centro Popular de Cultura da UNE - CPC, marca o início de uma prática teatral voltada para a revolução social. Enquanto a vertente regionalista atribui ao teatro a tarefa de promover sua popularização, no sentido de ir para onde o povo está e falar sua língua, o teatro revolucionário praticado pelo CPC pretende ensinar ao povo um novo vocabulário, dando a ele uma visão política sobre sua vida. Se o teatro regionalista cultiva a religiosidade por fazer parte da cultura popular, o teatro revolucionário a bane por ser instrumento das classes dominantes para promover a resignação.
O golpe militar de 1964 interrompe a prática do CPC e seus dramaturgos migram para o Grupo Opinião. No final da década de 1960, o Teatro de Arena e Opinião serão os responsáveis pelas mais importantes peças e encenações na linha de um teatro brasileiro voltado para os problemas sociais.
Na segunda metade da década de 1970, considerando que a censura, o teatro de vanguarda e o teatro comercial promovem um "vazio cultural" na história brasileira, intelectuais e artistas se reúnem em prol de um teatro nacional-popular. O movimento retoma os princípios de uma dramaturgia crítica e realista, cujos melhores exemplos são Gota d'Água, de Paulo Pontes e Chico Buarque, 1975, e O Último Carro, de João das Neves, 1978.
Surgidos na década de 1990, os grupos Folias d'Arte, a Companhia do Latão e a Companhia de Arte e Malas-Artes são alguns representantes voltados a essa tendência, demonstrando que uma visão específica do "popular" ainda permanece em cena. Fruto dos tempos da censura e repressão, o teatro popular também tem seu lugar nos dias de hoje, recontextualizado para uma circunstância política globalizada e neoliberal.
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